Contrate bons escritores

imagem por Chris Greene – www.freeimage.com

Na série de vídeos que estou desenvolvendo, tenho procurado destacar as qualidades de bons analistas, aqueles profissionais que fazem a diferença nos projetos em que se envolvem.

Essa também é uma conversa recorrente com meus alunos, após ter solicitado alguma pesquisa ou leitura, seguida da elaboração de relatórios, quando chegam aqueles textos “enormes” de um ou dois parágrafos e não mais do que 10 linhas.
-Aprendam de uma vez: Escrever é fundamental.

Hoje, dando uma limpada naqueles documentos perdidos em nossos backups, vi o texto abaixo e não poderia deixar de compartilhar, visto que fala exatamente sobre o assunto

Contrate bons escritores:

Se está tentando decidir entre poucas pessoas para preencher uma posição, sempre contrate o melhor escritor. Não importa se essa pessoa é um designer, programador, marketing, vendedor ou o que for, essa habilidade leva a escrever mais efetivamente e concisamente código, design, emails, mensagens instantâneas e mais.
Isso porque ser um bom escritor é mais do que apenas palavras. Bons escritores sabem como se comunicar. Eles tornam as coisas mais fáceis de entender. Eles podem se colocar no lugar dos outros. Eles sabem o que omitir. Eles pensam claramente. E essas são as qualidades que você precisa.

Uma Mente Organizada
Boas habilidades de escrita são um indicador de uma mente organizada que é capaz de arranjar informação e argumentos de uma maneira sistemática e também ajudar (não fazer) outras pessoas a entender as coisas. Isso aparece no código, comunicação pessoal, mensagens instantâneas (para aqueles colaboradores de longa distância) e até esses conceitos exotéricos como profissionalismo e confiança.
 —Dustin J. Mitchell, developer (de Signal vs. Noise)

Escrita Clara leva a Pensamento claro
Escrita clara leva a pensamento claro. Você não sabe o que sabe até tentar expressar esse conhecimento. Boa escrita é em parte uma questão de caráter. Em vez de fazer o que é fácil para você, faça o que é mais fácil para seu leitor.
—Michael A. Covington, professor de ciências da computação da Universidade da Geórgia

fonte do texto: https://signalvnoise.com/archives2/hiring_tip.php

Salve 2017 – ainda quase sem uso

Wow!  Estive fora do ar há um tempão!  Minha última postagem aqui no blog aconteceu no dia 30 de Novembro do ano passado, com a segunda parte do artigo sobre o uso de números aleatórios.
Dezembro foi um mês em que circunstancialmente estive bastante ocupado com o final do ano letivo e Janeiro foi um mês para desenvolver o “ócio criativo” durante as férias.

by Eliseeva Ekaterina in www.freeimages.com

Aproveitei para fotografar um pouco, para praticar um pouco de marcenaria, enfim deixar de respirar a poeira de armazém por um período.

E agora estamos de volta. Que todos vocês tenham um excelente 2017 com muitos novos desafios, mas também com muito riso e muitos novos amigos.

Nesta primeira postagem do ano quero falar um pouco sobre a formação complementar, aproveitando a pergunta que me foi feita por um aluno recentemente.

Pessoal:  Antes de sair gastando o suado dinheirão em MBAs e outras especializações com títulos cheios de charme e matrizes curriculares chamativas, e promessas de sucesso parecidas com as de propagandas de cigarro dos anos 1970, pensem um pouco no que realmente querem de suas carreiras.  Tenham calma para decidir a continuidade de suas vidas acadêmicas.

Analisem o que os programas estão lhes oferecendo e suas cargas horárias.  Recentemente eu vi um desses programas oferecendo quase 70 tópicos em sua matriz curricular a ser cumprida em cerca de 400 horas.  Na boa?  Especialização em que?
Muitos dos tópicos oferecidos pelos cursos que pesquisei oferecem o mesmo conteúdo ou muito pouco além do que foi aprendido, ou deveria ter sido, durante a graduação, a um custo altíssimo, sem contar o sacrifício pessoal e o tempo que será consumido.

Pensem também no seguinte: Por que vocês querem uma formação complementar? Se é porque não conseguiram obter o conhecimento necessário durante a graduação, então esse é o motivo errado.
Se querem alavancar os seus salários, procurem saber se, de fato, os cursos que pretendem serão capazes de oferecer isso.  E nesse ponto é muito importante analisar o renome da escola no mercado.

Talvez o melhor seja obter uma formação complementar em uma área afim (um conhecimento paralelo à sua formação principal), ao invés de manter a mesma linha formativa, mas de novo isso depende do rumo que se pretenda dar à carreira.

Não serei leviano a ponto de detonar todos os cursos que existem por aí como caça-níqueis. Mas que eles existem, existem!  Cuidado!

Portanto pessoal, escolham com critério.  E continuem adquirindo conhecimento de todas as fontes possíveis.  No mundo atual, com todas as facilidades trazidas pela internet, só não aprende uma coisa nova por dia quem realmente não quer.  Há cursos excelentes disponíveis gratuitamente.
Ah! Mas são em inglês!   De fato isso não é verdade, há muita coisa em português. Mas daí eu pergunto: Que diabos você fez até agora que ainda não aprendeu inglês???  Está esperando o que?

E para os que ainda não terminaram suas graduações, dediquem-se a ela como se fosse a última chance de aprender algo. Sabe aqueles canudos que vocês recebem na colação de grau?  Vou contar um segredo: Não tem nada dentro.  O único conhecimento que vocês levarão das suas graduações é aquele que ficou guardado no espaço entre a orelha esquerda e a orelha direita.

Façam o seguinte teste. Fechem os olhos, tapem o nariz e dêem um ligeiro “crock” na testa. Se o barulho fizer eco, então moçada eu lamento mas não lhes desejarei um bom 2017.

Medindo o sucesso na sua operação

Photo by Alfonso Diaz in Freeimages.com

Em meu trabalho como consultor de produtividade e logística, sou questionado recorrentemente por Atacadistas e Distribuidores sobre como reduzir seus custos de distribuição, como aumentar a produtividade do grupo de trabalho, como aumentar a fidelização dos clientes, e como melhorar a motivação dos funcionários.

Muitas vezes as soluções para esses problemas são buscadas através de novas técnicas de venda, em ações de marketing, em seminários motivacionais milagrosos, e muitas vezes nas teorias de muitos dos novidadeiros profissionais que andam por aí.

É preciso ter visão sistêmica

Como profissional de logística e crente ardoroso da teoria de sistemas, que diz que: “a otimização das partes não leva automaticamente à otimização do todo”, eu devo lembrar que nenhuma ação comercial ou motivacional trará bons resultados se tomada isoladamente.
Eu não concebo o sucesso se não houver uma equipe comercial de ponta, e uma retaguarda com pessoal treinado, bom layout, bons equipamentos, e um bom sistema de gestão ligando tudo.

Você também já deve ter ouvido por aí, aquele que é um dos meus ditados prediletos: “Se você não consegue medir, também não consegue gerenciar”.
Portanto, somente um bom sistema de movimentação e armazenagem de mercadorias, métodos de trabalho ergonômicos e racionais, bons sistemas de informação (não necessariamente computacionais), e um efetivo controle dos custos e da produtividade, poderão em conjunto, oferecer uma base sólida para sustentar todas as outras ações visando alcançar o sucesso empresarial.

Descubra suas métricas críticas

Então, o corolário daquele ditado deve ser:
“Se você não estiver medindo a coisa certa, então terá muito trabalho para gerenciar seu negócio”.

Há muitas variáveis que definem o sucesso na distribuição de bens e serviços, mas do ponto de vista estritamente logístico, há apenas alguns indicadores chave que realmente fazem a diferença e eles incluem o peso e/ou o volume, a quantidade de entregas e de itens, e os recursos utilizados.
Para que o gerenciamento seja eficaz, os controles dessas variáveis devem focar nas áreas de custos, de serviços, e de produtividade.

Analise o seu negócio e veja se você tem elementos para responder as questões apresentadas abaixo?

    • Quais são seus custos por unidade entregue no cliente?
    • Qual o seu custo percentual da distribuição em relação ao seu faturamento?
    • Qual o custo por m3, ou por tonelada distribuída?
    • Qual o percentual de suas entregas que são feitas no prazo combinado?
    • Qual o percentual de seus pedidos que são entregues corretamente em produtos e quantidades?
    • Qual o percentual de produtos não atendidos por falta no seu estoque?
    • Qual o tempo de cada entrega?
    • Qual é o seu custo por quilometro rodado?
    • Quantas linhas de pedido seu pessoal separa por hora?
    • Qual o percentual de utilização de seus veículos?

                    Como pode ser percebido, os indicadores acima dependem da análise dos dados coletados sistematicamente durante algum tempo, de modo que haja consistência quanto às curvas de distribuição de cada grandeza, ou pelo menos de suas médias e da variação das figuras encontradas.

                    Um primeiro passo para o sucesso de suas medições é:

                    • Defina previamente quais dados serão coletados, de que forma, e por quem, seguido de um plano viável para analisá-los e torná-los facilmente interpretáveis.

                    Isso lhe dará uma clara idéia do ponto em que sua empresa está.

                    Em seguida:

                    • Estabeleça um plano de ação para tomar decisões sobre as figuras resultantes. Para isso, será preciso também estabelecer claramente os critérios de comparação e as metas que devem ser atingidas.

                    Use metas desafiadoras

                    Não me venha com “reduzir em 1,5% o tempo de minhas entregas” , ou “reduzir 0,5% do meu custo de entrega”, porque isso não desafia ninguém.
                    No primeiro ano só será possível comparar os dados resultantes contra seu orçamento. No segundo ano do controle, você já poderá compara-los contra a realidade do ano anterior e apurar os seus ganhos ou suas perdas.

                    Não perca tempo! Examine as tendências negativas e estabeleça um plano de ação – documentado – para melhoria desses indicadores num tempo definido.

                    Por exemplo: 6 meses.E por último mas não de menos importância:
                    Lembre-se que não basta “decretar” as metas. É preciso que seu pessoal comprometa-se em atingi-las.
                    Para isso escolha indicadores objetivos, que possam ser facilmente interpretados por todos os seus colaboradores.


                    Você ficará surpreso com os resultados obtidos!

                    Aproveite que terminou a sua leitura, curta e deixe um comentário sobre os seus indicadores.

                    Esta postagem revisa o artigo escrito em 02/03/2009

                    Feliz dia dos pais

                    A postagem desta semana é uma singela homenagem aos pais logísticos, dos mais simples auxiliares de movimentação, aos motoristas, pilotos, aeroviários, marinheiros, analistas e planejadores, aos altos executivos que planejam os mais complexos fluxos de bens e informações ao longo da cadeia de suprimentos.

                    Que a pressão do dia a dia, que os prazos curtos, as incertezas da demanda, as diferenças de estoque, as estradas ruins e a burocracia, não lhes tirem o sono e lhes permitam ter o tempo adequado para a convivência com seus filhos e para apreciar toda a alegria de suas descobertas.

                    Feliz dia dos pais!

                    photo by Simona Belint – freeimages.com

                    O que é necessário para ser um bom profissional de logística?

                    Olá leitores

                    A postagem de hoje é realmente muito simples.
                    Trata-se de uma reflexão sob a forma de um mapa mental, daquilo que compõe o perfil de um bom profissional de logística. É claro que não pretendo esgotar o assunto e tampouco ser definitivo.
                    É por isso que as setas apontam direções mas não se fecham em novas caixas.

                    Quais habilidades ou características são primordiais para você?
                    O que você acrescentaria a esse mapa?  Dê sua opinião, faça seu comentário!

                    20 perguntas em uma entrevista de emprego. Você está preparado?

                    É comum que eu receba pedidos de conselhos sobre que armadilhas poderão estar ocultas nas perguntas feitas em uma entrevista de emprego.

                    A minha resposta é sempre: “Se você estiver preparado, você saberá que tipo de resposta o entrevistador espera de você. Desse modo, antes de mais nada, seja você mesmo”.

                    Quanto mais um candidato pretende “encarnar” um personagem, mais vulnerável ele se torna, visto que um entrevistador bem treinado poderá detectar os sinais que o seu corpo fornece involuntariamente, e mesmo as microexpressões, que contradizem mesmo a mentira mais bem contada.

                    Entretanto, sempre é bom estar preparado para perguntas desconcertantes, que aparentemente não tem nenhum ponto de contato com o tema da entrevista, mas que servirão para medir a sua flexibilidade, ou o modo como você encara reveses e imprevistos.

                    Você está preparado para responder questões como:

                    1. O que você come no café da manhã?
                    2. Qual era o seu apelido no colégio?
                    3. Qual foi seu primeiro trabalho?
                    4. Com que freqüência você se exercita?
                    5. Quem é (ou foi) seu mentor?
                    6. Quantas horas diárias você se dedica à leitura?
                    7. O que motiva você?  (pode ser profissionalmente ou pessoalmente)
                    8. O que é mais importante para você: A idéia ou a execução?
                    9. Qual foi o pior dia da sua vida?
                    10. Você reza (ou ora)?
                    11. Qual foi o seu maior engano?
                    12. De que você não poderia viver sem…?
                    13. Qual o seu jeito preferido de relaxar?
                    14. Qual a característica que você mais admira em seu chefe atual (ou ex chefe)?
                    15. O que é o sucesso pra você?
                    16. Qual foi o melhor conselho que você já ouviu?
                    17. Você acha importante fazer um curso de especialização e mestrado?
                    18. Se você pudesse ter qualquer outra profissão, o que gostaria de ser?
                    19. Do que você menos gosta no seu emprego atual (ou no seu último emprego)?
                    20. Se você pudesse ser alguém famoso, quem você gostaria de ser?
                    Pense bem!  Reflita sobre suas respostas!  Se você estivesse buscando um colaborador, que lhe desse as suas respostas, você o contrataria?

                    Algumas posturas simples para auto-desenvolvimento

                    • Seja mais agressivo
                    • Agressividade no bom sentido é sempre bem vinda! A agressividade nesse contexto significa não ser acomodado, não se deixar levar pela situação, e sim desafiar os fatos e enfrentá-los de forma positiva. Significa também correr riscos e assumir suas consequências. Lembre-se que só erra quem faz!

                    • Atualize-se / Informe-se / Leia
                    • A informação em nossos dias é uma entidade extremamente volátil. A verdade de agora poderá ser posta à prova e refutada nos próximos 5 minutos. Por isso é imprescindível a atualização constante.
                      Informe-se sempre ainda que de forma autodidata. Só não acredite em tudo piamente. Critique e duvide!
                      Leia manuais, livros técnicos, “white papers”, catálogos, inclusive fora de sua área específica de trabalho, e mais biografias, livros de arte, páginas esportivas, até bulas de remédio. O importante é que se tenha informações constantes. Traçar uma meta diária de atualização e informação e tão importante para o seu cérebro quanto ir pra academia.

                    • Use um pouco mais do seu tempo para inovar
                    • Pense diariamente naquilo que você faz e como poderia ser feito de forma diferente.
                      Se você produz algo, pense nas alternativas que poderiam substituir ou eliminar o seu produto. Quer um exemplo? Pense na reviravolta provocada pela fotografia digital para os “reveladores de fotografias”, ou nos fabricantes de agulhas fonográficas quando a Philips inventou o CD. Nos fabricantes de fitas entintadas para máquinas de escrever, etc… Salve-se! Pense no futuro do seu produto ou serviço e INOVE!

                    • Provoque para si “notoriedade.

                    Uma velha história à respeito disso é aquela sobre as qualidades do ovo de pata. Pode ser fantástico mas quem vende mais é a galinha porque faz mais barulho!
                    É tudo uma questão de propaganda. Dentro dos limites éticos e sem pisar no ombro de ninguém, é sempre bom estar sob os holofotes. Portanto, escreva, dê palestras, mostre que você é um especialista. O sucesso virá com certeza!

                    Notas sobre o sucesso

                    Desde 1984, realiza-se nos Estados Unidos um evento chamado TED (de Tecnologia, Entretenimento, Design) que tem como missão espalhar idéias de valor entre os participantes.
                    Hoje em dia, é realizado em vários lugares do mundo e não se limita apenas às 3 áreas originais. No Brasil, o Ricardo Jordão da BizRevolution promoveu um evento semelhante em Março, que ele chamou de EPICENTRO.
                    O que está no link é um vídeo de 3 minutos em que Richard St. John, da empresa de marketing St. John group delineia o que ele chama de 8 passos para o sucesso. A palestra dele é um fantástico exemplo de concisão e é bastante inspiradora.

                    Entre outras coisas eu posso destacar:

                    • O que tiver de fazer, faça com paixão;
                    • Tenha determinação;
                    • Seja o melhor naquilo que se propõe a fazer;
                    • Persista (mesmo diante das falhas e de outras “merdas”;
                    • etc…

                    Embora disponível no link, para os mais preguiçosos, leia abaixo a transcrição:

                    Esta é uma apresentacão de 2 horas que eu dou a estudantes, condensada em 3 minutos. Tudo comecou num avião, voando rumo a uma TED, sete anos atrás. Sentada ao meu lado estava uma estudante secundarista, uma adolescente, e ela vinha de uma familia bem pobre Ela queria fazer algo de importante na vida e me fez uma pergunta simples. “O que leva alguém a ter sucesso?” E eu me senti realmente mal, porque eu não consegui dar uma boa resposta à ela. Então, eu sai do avião e vim para a TED. E eu pensei, “Nossa, estou no meio de muita gente bem-sucedida, porque eu não pergunto à eles o que os ajudou a ter sucesso, e ensino isto aos estudantes?” Portanto, aqui estamos, 7 anos e 500 entrevistas depois, e eu vou contar à vocês o que realmente leva ao sucesso, e faz os TEDers bons A primeira coisa é paixão. Freeman Thomas disse, “eu sou movido pela minha paixão”. TEDers fazem as coisas por amor, não por dinheiro. Carol Coletta disse, “eu pagaria a uma pessoa para fazer o que eu faço” E o interessante é que se você faz as coisas por amor, o dinheirovem junto “Trabalho!”, me disse o Rupert Murdoch. “No final, é trabalho duro, sempre” “Nada vem facilmente, mas eu me divirto muito”. Ele disse diversão? O Rupert? Sim! Os TEDers se divertem trabalhando. E trabalham duro. Eu me dei conta, eles não são viciados em trabalho. Eles são brincalhões no seu trabalho. Alex Garden diz “Bom! Para ter sucesso você tem que enfiar o nariz em alguma coisa, e se tornar extraordinariamente bom nela” Não há mágica. É praticar, praticar, praticar E manter o foco. Norman Jewison me disse, “eu acho que tem a ver com se focar em uma coisa” E se esforçar! David Gallo disse, “esforce-se, fisicamente, mentalmente, você tem que se esforçar, se esforçar, se esforçar” Você te que se esforçar contra a timidez e a insegurança Goldie Hawn disse, “eu sempre tive inseguranças, de que eu não era boa o suficiente, esperta o suficiente, e eu não achava que eu ia chegar lá”. Mas não é fácil ficar sempre se esforçando, e é por isto que inventaram as mães Frank Gehry me disse, “A minha mãe me estimulava” Servir! Sherwin Nuland disse, “é um privilégio servir, como médico”. Um monte de garotos dizem que querem ser milionários e a primeira coisa que eu digo à eles é, “OK, mas você não deve querer só para você, você tem que dar aos aos outros algo de valor, Porque é assim que as pessoas ficam realmente ricas”. Idéias. O TEDer Bill Gates disse, “eu tinha uma idéia- – fundar a primeira empresa de programas para micro-computadores”. Eu diria que esta foi uma ótima idéia E não há mágica na criatividade para ter estas idéias, é so ir fazendo umas coisas bem simples. Eu dou um monte de provas disto. Persistir. Joe Kraus disse, “Peristência é a razão número um para o sucesso”. Você tem que persistir quando falha, Persistir em meio a merda! O que , é claro, significa: “criticas, rejeição, babacas e pressão”. -risadas- A grande resposta à esta questão é simples: Pague 4000 dólares e venha à TED Se isto não der certo, faça as 8 coisas- e confie em mim- estas são as oito grandes coisas que levam ao sucesso. Muito obrigado, TEDsters, pelas entrevistas!

                    Vale a pena pesquisar também as outras palestras. Há coisas surpreendentes para reflexão.