Páletes feitos de maconha? No mínimo radical…

Quais páletes seriam os mais “verdes”? Uma empresa australiana diz que seus páletes feitos de cânhamo vão deixar a competição na fumaça.

Esta notícia foi vista hoje no site da DC Velocity

Depois de anos de debate, a indústria permanece dividida sobre quais páletes seriam mais ecológicos, se os plásticos ou os biodegradáveis feitos de madeira. Agora, uma empresa australiana entrou na briga com um material que segundo ela vai deixar seus concorrentes na fumaça: fibra de cânhamo (em outras palavras a velha maconha).

A empresa, Biofiba Ltd., está visando o mercado de exportação de páletes feitos com uma mistura de fibra modificada de cânhamo e amidos naturais. Conforme o fabricante, o material, que pode se extrudado em tábuas para fabricação de páletes, oferece múltiplas vantagens do ponto de vista ambiental.

Em primeiro lugar, o material é 100% orgânico e se decompõe após o descarte em uma palha orgânica. As fibras vegetais provem de fontes renováveis, e o material não contém nenhum produto químico prejudicial. Além disso, os páletes Biofiba são “tratados naturalmente” para eliminar quaisquer doenças ou pragas, e além disso não requerem nenhuma fumigação ou tratamento térmico.

Poderia um pálete feito de cânhamo ser adequado ao uso normal?

De acordo com o site da empresa, os páletes Biofiba podem durar entre 180 a 400 dias aproximadamente, dependendo da formulação do material extrudado. Uma desvantagem sobre os páletes convencionais: eles devem ser mantidos em locais cobertos e protegidos de exposição direta às intempéries para protegê-los da deterioração. Os páletes são projetados para suportar uma carga dinâmica máxima de 2.500kg e uma carga estática de 5.000kg.

A empresa está neste momento procurando obter as licenças para manufatura e venda do produto.
Para mais informações, visite Biofiba

Estados Unidos e Brasil fecham acordo “Open Sky”

A revista “inbound Logistics” de Janeiro de 2011 traz a notícia de que os Estados Unidos e o Brasil acordaram  a implantação gradual de um regime de aviação chamado de “open sky”, liberalizando significantemente os serviços para companhias aéreas que servem ambos os países. Os compradores de transporte aéreo também irão se beneficiar dos preços mais competitivos e serviços mais convenientes.

O acordo imediatamente remove restrições sobre preços e rotas que os Estados Unidos e o Brasil haviam estabelecido e que as empresas de vôos fretados atendem atualmente. O acordo também fornece direitos  para compartilhamento de códigos e flexibilidade adicional no fretamento.

Entre Outubro de 2011 e Outubro de 2014, os transportadores americanos terão permissão para progressivamente incrementar as combinações estabelecidas, vôos cargueiros, e vôos fretados, incluindo serviços adicionais para aos atualmente restritos e altamente congestionados aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro.

Quando o acordo “Open Sky” estiver totalmente operacional em Outubro de 2015, as empresas aéreas dos Estados Unidos e Brasil serão liberadas para selecionar rotas, destinos e preços para cargas aéreas, passageiros, e serviços de fretamento baseados na demanda e condições do mercado.